Avançar para o conteúdo principal

PALESTRA NO ÂMBITO DO PROGRAMA "CIENTIFICAMENTE PROVÁVEL"



“CÓLERA, CONTAS E CONSTANTES – A MATEMÁTICA E A PROPAGAÇÃO DE DOENÇAS”







O professor Paulo Doutor, da FCT, Universidade Nova de Lisboa, explicou às três turmas presentes (8º, 9º e 10º anos) como foi e como é aplicada a matemática no estudo da propagação de epidemias de sarampo e de cólera, por exemplo.


Aqui ficam algumas apreciações dos alunos de 8º ano:

“Pareceu-me muito interessante a ligação entre a matemática e os problemas do dia-a-dia, neste caso das doenças.”
Francisco Raposo

“No final desta apresentação, posso dizer que a achei interessante e diferente, com bastante conteúdo. Achei um pouco complicada para o nosso nível de aprendizagem mas, fora certas coisas, foi fácil de entender.”
Rita Afonso

“A palestra tratava de encontrar a resposta para uma pergunta: «Quantas pessoas têm de estar vacinadas para não ocorrer uma epidemia de sarampo?» Através de uma abordagem matemática, usa-se o exemplo da epidemia de cólera em Londres, no século XIX, para tentar perceber como calcular a percentagem de pessoas que teriam de estar vacinadas.”
Miguel Sayanda

“Na minha opinião, o professor Paulo explicou tudo muito bem e apropriou a sua palestra tanto ao 8º ano como ao 10º. Gostei da apresentação e percebi como é que a matemática se relaciona com as doenças.”
Maria Cadete

“A palestra focou-se na propagação de duas doenças – o sarampo e a cólera. (…) Na minha opinião, foi bom termos ido à palestra, porque, para além de ter aprendido a calcular a variedade de infecciosos e alguma matéria da matemática, também fiquei a conhecer melhor o sarampo e a cólera, os seus perigos e a ter atenção aos contactos que tenho com outras pessoas que possam ter estas doenças.”
Leonor Machado

“Penso que a apresentação não estava apropriada para o nosso ano de escolaridade, apesar de o professor ter conseguido “dar a volta”. Havia variáveis que eu não compreendia, mas gostei de aprender assuntos e matérias novas e de estar a par da medicina, da evolução de doenças e do quão é importante a vacinação.”
Tomás Cordeiro


“Achei a apresentação muito interessante, pois nunca tinha pensado no assunto, não fazia a mínima ideia de que havia uma inequação para ajudar a prevenir uma doença e achei que o professor explicou muito bem o tema.”
Gonçalo Cordeiro

Comentários

Mensagens populares deste blogue

 Mês Internacional da Biblioteca Escolar 2022               Todas as turmas de 7º ano, algumas de 8º e todas as 10º participaram numa  sessão na  BE, agora a funcionar sem constrangimentos, no sentido de conhecerem  melhor o  espaço e as regras de funcionamento.  

"Miúdos a votos" - votação final

  No   passado dia 12 de março, os alunos do 3º ciclo deslocaram-se à BE para votarem no "livro mais fixe", uma iniciativa desenvolvida a nível nacional, resultante da colaboração entre a revista Visão Júnior, a  RBE  e as bibliotecas escolares. Ao longo do dia, a mesa eleitoral foi constituída por alunos do  7ºF  e do  7ºA  que, na posse dos cadernos eleitorais, foram procedendo à entrega do boletim de voto a cada eleitor. No final do dia, procedemos ao escrutínio, tendo-se apurado os seguintes resultados: -   O  Homícidio  Perfeito: um guia para boas raparigas ,  Holly  Jackson  -  67 votos -   O rapaz do pijama às riscas , John  Boyne   -  43 votos -   Isto acaba aqui ,  Colleen   Hoover   -  28 votos -   O Diário de  Anne  Frank ,  Anne  Frank  -  24 votos -  Cherub: O Recruta , Robert Muchamore - 23 votos -   Amor e...

Apresentação de vídeos sobre a BE

  O 12º B, sob a orientação da professora Fátima Santana, na disciplina de Aplicações Informáticas, correspondeu ao desafio lançado no Mês Internacional das Bibliotecas Escolares (MIBE), concebendo e produzindo vídeos em que os alunos ilustram a forma como a sua biblioteca interage com a comunidade escolar. O concurso pretende dar maior visibilidade ao contributo das bibliotecas escolares para as dinâmicas que se estabelecem na s escolas.