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Projeto de Leitura 10º ano


Projeto de leitura a dinamizar com 2 turmas do 10º ano, em PAFC, tendo em conta o referencial "Aprender com a Biblioteca Escolar".


Obra: Parábola do Cágado Velho
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Sinopse da obra:
A história relata a vida de Ulume, habitante de uma humilde aldeia nos arredores de Angola. O narrador relata-nos os obstáculos que Ulume enfrenta todos os dias já que habita uma terra hostil e de instabilidade militar. Tem assim o hábito estranho de se dirigir diariamente até ao cimo de um morro, onde habitava um sábio cágado pelo qual partilhava grande admiração.


Ulume apaixona-se por Munakazi numa festa e, deste modo, o narrador vai estabelecer um paralelo entre o problema da guerra e do amor.
Posição crítica:
Pepetela procura caracterizar nas suas obras a sociedade angolana do seu tempo, contando-nos as guerrilhas e a fome a que a mesma esteve sujeita no séc. XX. A Parábola do Cágado Velho não foge a esta ideia, e Ulume, personagem principal desta história, vai servir de elemento para caracterizar a população que suportava todos esses problemas.

Pepetela vai assim dedicar esta história ao povo, que nada fez para sofrer tais misérias, ao povo humilde, que nada quis se não amar e ter uma vida normal.

Francisco Rodrigues nº8
João Sousa nº14

10ºB



Livro: O Japão é um lugar estranho.


Autor: Peter Carey


Sinopse:
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      Peter Carey prepara uma viagem a Tóquio com o filho Alexander Charley de 12 anos, apaixonado por manga e anime, que diz ao pai que vai viver para a capital japonesa quando for grande.
O objetivo da viagem é aprofundar os conhecimentos sobre o tema que começa a interessar-lhe.
Partem à procura de autores famosos de manga e estúdios e criadores importantes do anime. De entrevista em entrevista, Peter percebe que a banda desenhada que é entendida como coisa de miúdos na América, no Japão é respeitada como um filme de personagens de carne e osso e não tem faixa etária.
Desde o hotel onde ficaram hospedados, com quartos minúsculos, banhos públicos, alimentação com muito peixe cru e arroz, passando por restaurantes difíceis de distinguir de uma casa de má fama, ruelas estreitas onde era preciso arrumar bicicletas para passar um carro, aos habitantes que ao fim de semana recriavam as suas personagens do anime, vestidas a rigor, tudo era estranho e diferente da imagem tradicional do Japão que esperavam encontrar.

Talvez Takashi, um japonês com quem Charley tinha feito amizade virtual, que também encarnava uma personagem do anime, pudesse fazer-lhes uma visita guiada pelo Japão. Levou-os à “Cidade Elétrica”, zona de prodígios eletrónicos invulgares, robôs e máquinas de vídeo jogos diversos, que deixaram Charley deslumbrado. Contudo como o tempo era limitado, as entrevistas estavam marcadas e Peter Carey não quis fugir ao objetivo que os conduziu ao Japão: a manga e o anime.

Posição Crítica:            

O Japão é um lugar estranho podia ser o desabafo de qualquer turista ocidental pouco recetivo aos comportamentos daquele país em vez do título de um livro escrito por Peter Carey. Esta crítica implícita no título não é um desabafo sobre o Japão, mas resulta, diga-se, apenas da utilização de uma técnica literária com intenções de provocar e interessar o leitor que aceitar embarcar nesta viagem que o escritor fez com o filho Charley. O conteúdo do livro baseia-se essencialmente nas visitas a estúdios produtores de anime, e é portanto um pouco repetitivo. Quanto ao seu vocabulário é pouco acessível por ter termos japoneses de difícil interpretação, que fazem com que o leitor, não familiarizado com este tema, perca o interesse pela história. No entanto para quem for fascinado por banda desenhada, recomendo a leitura do livro, pois poderá aprender e esclarecer dúvidas acerca do tema.



 Constança Tavares Nº4
 Mafalda Dias Nº16                 Turma: 10ºB

Ivanhoe

Ficha de leitura

Referência bibliográfica

Scott, sir Walter, Ivanhoe, editora: E-primatur, junho de 2017


Curiosidades sobre o autor


Por ter encontrado as jóias reais da Escócia, o príncipe regente (futuro rei JorgeIV) atribuiu o título de barão a Walter Scott e, em março de 1820, este dirigiu-se a Londres para receber o seu título, tornando-se Sir Walter Scott, 1º barão.
Sir Walter Scott foi presidente da Sociedade Real de Edimburgo.

Sinopse da obra


Ivanhoe conta as aventuras de Sir Wilfried de Ivanhoe e das pessoas relacionadas com ele.
A história ocorre entre 1193 e 1194, na Inglaterra. Era uma época de opressão, desordem e anarquia. O rei, Ricardo Plantageneta, conhecido como Ricardo I Coração de Leão estava ausente do trono inglês em serviço nas Cruzadas e quem governava, em seu lugar, era o seu traiçoeiro irmão, Príncipe João D’Anjou. 
A história é dividida em quatro grandes partes, sem capítulos e desenvolve-se numa trama de aventura, corrupção e paixão. Começa a primeira parte com a volta de Wilfried para a Inglaterra sob o disfarce de um peregrino, depois de sair das Cruzadas. Em Inglaterra, ele tenta reatar com o seu pai Cedric, o saxão, no entanto, circunstâncias adversas obrigam-no a participar num torneio de justa na cidade de Ashby-de-la-Zouche, mas sob a identidade de Cavaleiro Deserdado.
Nesse torneio enfrenta o seu grande rival Sir Brian de Bois-Guilbert e seus “amigos”, o perverso Sir Reginaldo Testa-de-Boi e o corrupto Filipe de Malvoisin. A batalha travada entre o Deserdado e eles é sensacional, culminando na vitória do primeiro. Na atribuição do prémio ao campeão, Rowena de Hargottstandstede, protegida de Cedric, e uma parente distante de sangue real, descobre que Deserdado é na verdade Ivanhoe, seu amor.
O herói, na história, ainda é obrigado a enfrentar mais uma vez o seu rival Bois-Guilbert que se apaixona por Rebecca e, louco por ela, pretendia fazer tudo o que fosse possível. Bois-Guilbert e aliados prenderam ainda Ivanhoe e os seus amigos no castelo de Torquilstone, o castelo do terrível Sir Reginaldo Testa-de-Boi, e no resgate, liderado pelo Negro Indolente e Locksley, começa o clímax da história, a grande batalha no castelo de Torquilstone. O resgate é feito com sucesso, mas Rebecca é sequestrada por Bois-Guilbert, e este não é o último problema, pois o herói e os seus amigos ainda têm de enfrentar os planos de alta-traição do príncipe João e seus companheiros para a usurpação do trono inglês, e também terão de enfrentar Lucas de Beaumanoir, o rígido grão-mestre da Ordem dos Templários e sua ordem.



 Posição critica do leitor

Aspetos mais e menos interessantes
Na nossa opinião a introdução e as longas descrições foram o menos interessante. No entanto, achamos que os momentos de maior ação na obra, como por exemplo o torneio, entusiasmaram-nos.


Citações de momentos marcantes
“Quem está nas garras do Leão sabe que é inútil.”, é o que diz Fitzurse ao responder a pergunta do rei Ricardo I, que lhe havia perguntado o porquê de não pedir misericórdia. Demonstra, assim, todo o poder do rei do Coração de Leão.
“Eis aí com efeito o julgamento de Deus!”; esta frase do grão-mestre dos Templários refere-se à morte de Bois-Guilbert, com somente um golpe de lança de Ivanhoe, o que é incrível! Podemos dizer que foi uma morte divina.

Apreciação global da obra
Ivanhoe é realmente um dos grandes livros da Literatura Clássica Mundial. O enredo é complexo, exige atenção, no entanto, é muito bom. Mostra toda a magia medieval, com cavaleiros e heróis, a força dos vilões medievais, as lutas pelo poder,lado a lado com a intriga amorosa.
Nós adoramos este tipo de história: com combates de cavaleiros e outros requisitos para
uma grande aventura durante a Idade das Trevas, uma época de monarcas de sangue nobre, cavaleiros leais e os combates dos torneios medievais.
Autores como Walter Scott dão vida aos livros com sua imaginação e talento e tornam a literatura mais viva e empolgante, despertando a imaginação dos leitores e levando-os a outros mundos.


Vasco Frazão
Xavier Simões
10ºD



Obra: As Viagens de Marco Polo 





Imagem relacionadaAutor: Rustichello de Pisa 


Sinopse: O seu autor, após a derrota de Veneza, foi preso e teve como companheiro de cela  Marco Pólo, o qual partilhou as suas aventuras pelo Oriente, tendo-lhe pedido que escrevesse um livro sobre as mesmas.
 Este livro reune geografia, história, economia, política, agricultura, lendas e fábulas, constituindo-se como uma espécie de guia de viagens, que proporciona aos leitores a oportunidade de conhecer o Oriente sem ter que sair de casa


Posição crítica do leitor: Neste livro, “ As Viagens de Marco Polo”, estão descritas, explicitamente “as maravilhas do mundo”, onde o autor nos dá a conhecer o Oriente e permite a descoberta de novas culturas, sendo ainda um testemunho que rompe com os limites do espaço e do tempo.
Nós aconselhamos este livro a quem goste realmente de ler. Porém, para uma melhor compreensão do livro, torna-se importante realizar uma pequena pesquisa sobre a personagem principal, Marco Polo, pois apesar da introdução inicial, não é suficientemente esclarecedor para perceber o resto da história.


Matilde Corage
Gabriela Gonçalves
10ºB


Obra: As Ilhas Desconhecidas


Autor: Raul Brandão
  Raul Brandão, escritor português, nasceu a 12 de março de 1867 na Foz do Douro, e faleceu a 5 de dezembro de 1930, com 63 anos de idade.

  Foi Militar de 1888 a 1911 e, quando se reformou do posto de capitão dedicou-se ao jornalismo e à literatura escrevendo várias obras, como por exemplo Húmus (1917), Os Pescadores (1973), El-Rei-Junot (1912) e As Ilhas Desconhecidas (1926)

Sinopse:
   O escritor Raul Brandão parte de Lisboa, a 8 de junho de 1924, a bordo do navio São Miguel. Assim que deixa terra, começa a descrever a vida a bordo do vapor e a paisagem que os mares e os céus oferecem. O escritor visita as ilhas Corvo, Flores, Faial, Pico e São Miguel, onde visita a lagoa das sete cidades e as Furnas. Nesta incrível jornada, Raul Brandão encontra paisagens inacreditáveis e cenários mágicos que o cativam.
  
  Nesta escrita, o autor capta a essência das ilhas atlânticas, as cores que predominam nos Açores, a natureza fulgurante e a caça das baleias. Desde a sua chegada, descobre mundos isolados e um cenário de gente pobre e humilde. No fim da sua longa jornada ele visita o arquipélago da Madeira e, no dia 29 de agosto Raul Brandão regressa a Cascais.

Posição crítica: 
   Na nossa opinião, As Ilhas Desconhecidas é um dos mais belos livros de viagem da literatura portuguesa. A mais completa homenagem aos arquipélagos atlânticos.

  Uma vez que um de nós já visitou o arquipélago dos Açores foi agradável ler esta obra pois foi possível recordar as belas paisagens açorianas.
  
  A linguagem utilizada durante toda a obra é bela e cativante. A descrição das magnificas paisagens deste arquipélagos portugueses é, ainda hoje, capaz de fazer os leitores desejar visitá-las e deslumbrar-se com os seus próprios olhos. 
Obra: A Selva

Autor: Ferreira de Castro



José Maria Ferreira de Castro nasceu em Ossela, Oliveira de Azeméis, a 24 de maio de 1898.
Oriundo de uma família de camponeses pobres, fica órfão de pai aos 8 anos e emigra, em 1911, com 12 anos e com a instrução primária concluída, para o Brasil. Durante algumas semanas trabalha em Belém do Pará, mas não tarda a ir para a selva amazónica. Permanece ali quase 4 anos, tempo em que escreve contos e crónicas que envia para jornais do Brasil e de Portugal. 
Mais tarde lança-se no jornalismo, colaborando em jornais e revistas do Brasil. Em 1919, beneficiando já de alguma notoriedade no jornalismo brasileiro, decide voltar a Portugal. Apesar do êxito obtido no Brasil, em Portugal é completamente ignorado e vive períodos de absoluta miséria.
Após o lançamento de alguns livros, foi diversas vezes proposto para o Prémio Nobel, mas recusou a sê-lo, em prol de outros escritores portugueses. Ferreira de Castro acaba por falecer a 29 de Junho de 1974 no Porto, sendo consagrado como uma das maiores figuras da literatura portuguesa. 



Sinopse:




A Selva é um clássico da literatura portuguesa, sendo considerado um dos livros-momento e de maior sucesso dentro e fora de portas, da nossa literatura moderna. 
A Selva é uma notável epopeia sobre a vida dos seringueiros na selva amazónica durante os anos de declínio do ciclo da borracha.


A história desenrola-se na Amazónia, numa exploração de seringal, centrando-se na personagem Alberto, jovem monárquico português que estudava direito, exilado de Portugal e em Belém do Pará à procura de uma vida melhor, em 1912. Por intermédio do tio, o jovem é contratado pelo capataz espanhol Velasco para trabalhar no seringal Paraíso, propriedade de Juca Tristão. Começa então a aprender a arte de seringueiro, sob a proteção do cearense Firmino, com o qual estabelece relações de amizade.



As vivências do português, na exploração das seringueiras, vão-se progressivamente alterando. Primeiro, sente-se ameaçado pelos índios e animais selvagens da Amazónia, e o trabalho de extração de borracha é-lhe bastante exigente. Mais tarde, impressiona-se com o tratamento dado aos trabalhadores do seringal e com as condições de penúria e escravidão em que vivem. Finalmente, apaixona-se pela mulher do patrão, Dona Yáyá, com quem mantém uma proibida relação amorosa.


Na parte final da ação, são apresentadas as condições de escravidão do trabalho e a fuga e captura de trabalhadores, sendo o negro Tiago considerado o responsável da revolta. Depois de castigados os revolucionários, Alberto, fortemente impressionado pelos acontecimentos, considera que, quando concluir o curso de Direito dedicar-se-á à defesa , dos direitos humanos pois, no seu entender, têm que ser respeitados por todos.


Posição crítica do leitor:



A Selva é uma obra baseada na experiência pessoal do escritor. A autenticidade do romance deve-se muito a essa perspetiva credível e autêntica, de um homem que conheceu por dentro a realidade que descreve. O humanismo da sua visão soma-se ao perfeito equilíbrio na descrição da personagem principal deste livro. As descrições não são demasiado extensas, ou fastidiosas, conseguindo sugerir ao leitor o ambiente infernal em que a ação se contextualiza.
A obra de Ferreira e Castro detém um grande valor social ao retratar uma realidade tão cruel, obrigando o leitor a refletir sobre outras realidades, vivências e aprendizagens.



Catarina Durão nº3       

Maria José Grosso nº18

                                                                                                                                       10ºB






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Obra: Ivanhoe

Autor: Sir Walter Scott

Sir Walter Scott foi um romancista escocês, autor sobretudo de romance histórico, contista, poeta, dramaturgo e ensaísta. Nasceu a 15 de agosto de 1771 e faleceu a 21 de setembro de 1832 (61 anos), em Edimburgo. É autor de mais de 40 obras, muitas das quais são hoje consideradas clássicos das literaturas inglesa e escocesa. É também um dos autores cujas obras originaram um dos maiores números de adaptações teatrais, televisivas e cinematográficas. Os compositores Schubert e Beethoven chegaram a inspirar-se e a utilizar poemas de Walter Scott nas suas músicas.
Scott dividiu a sua carreira literária com uma vida profissional como advogado e, mais tarde, juiz, além de ser um participante ativo na vida política.
Após ser reconhecido mundialmente pelos seus poemas, Scott começou a investir mais nos romances e contos.


Sinopse:

Ivanhoe é um dos maiores clássicos do romance de aventuras e a obra que definiu o romance histórico moderno. A ação decorre na Inglaterra no século XII, numa altura em que se disputava o mítico herdeiro do trono, Ricardo Coração de Leão e o seu irmão, João Sem Terra (o Príncipe John da lenda de Robin dos Bosques), que se apoderou do trono de Ricardo enquanto este combatia nas cruzadas.

Wilfred de Ivanhoe foi deserdado pelo pai, um nobre saxão, por apoiar o rei normando Ricardo Coração-de-Leão e por se ter apaixonado por Lady Rowena, protegida de seu pai e que este pretendia casar com um candidato saxão ao trono. Ivanhoe acompanha o rei Ricardo às cruzadas e é um dos heróis do cerco a Acra. 

Enquanto Ricardo fica prisioneiro na Áustria, à espera que seja pago um resgate, Ivanhoe regressa sob anonimato a Inglaterra para tentar o perdão de seu pai e o favor da sua dama. Ao longo da sua viagem, Ivanhoe apercebe-se da injustiça com que o rei João governa e o privilégio que dá à nova nobreza normanda em deterimento da velha nobreza saxónica. Como cavaleiro, Ivanhoe vai tentando defender os injustiçados e cruza-se com vários personagens como a judia Rebecca ou Robin de Locksley (Robin dos Bosques).



Posição crítica do leitor:




Este é um livro bastante interessante, no qual o autor retrata a tirania cruel dos suseranos normandos sobre a população saxã empobrecida da Inglaterra, com duas das personagens principais, Rowena e Locksley a representar a nobreza saxã desprovida.
Ivanhoe também é notável pelo retrato complacente das suas personagens judias: Rebecca, considerada por muitos críticos a verdadeira heroína do romance, não acaba casada com Ivanhoe que ama, mas Scott permite que ela permaneça fiel à sua própria religião, em vez de se converter ao cristianismo. Da mesma forma, o seu pai, Isaac of York, um agiota judeu, é retratado como uma vítima e não como vilão. Em Ivanhoe, os fanáticos religiosos e seculares são os vilões, enquanto o herói é um homem comum que deve avaliar as provas e decidir onde e quando se manifestar. O retrato positivo do judaísmo por parte de Scott, que reflete a sua humanidade e preocupação pela tolerância religiosa, coincidiu com um movimento contemporâneo a favor da emancipação judaica no Reino Unido.
Sendo esta obra do século XIX, o vocabulário utilizado não é de compreensão imediata (aconselho a que tenham um dicionário ou internet ao vosso lado), todo o livro em si é uma referência histórica, por isso, recomendo-o a toda a gente que tem interesse em história e nos outros assuntos abordados na obra, como a religião.

Mariana Contente nº20 10ºB


Obra: As Cidades Invisíveis 


Autor: Italo Calvino



Resultado de imagemSinopse: 

O livro As cidades invisíveis conta-nos a história de Marco Polo, um mercador de Veneza que, após 30 meses de viagem, chega a Pequim, onde encontra o imperador Kublai Khan e tem um diálogo fantástico com o mesmo. Khan, ao perceber a impossibilidade de conhecer todas as terras sob o seu controle, utiliza as histórias de Marco Polo para servirem dos seus olhos, e assim se satisfazer com as descrições de 55 cidades por onde Marco, supostamente, passou.




Opinião Crítica:

Este livro apresenta uma longa descrição ao longo de imensos capítulos, sendo assim aborrecido e até certo ponto cansativo, uma escrita simples porém extensa e bastante descritiva, embora seja também interessante e incrível a quantidade de ambientes e espaços diferente criados pelo autor.

Duarte Laureano 10ºB 



Obra: As Cruzadas vistas pelos Árabes


Autor: Amin Maalouf (1949)


Amin Maalouf é um escritor e repórter franco-libanês, nascido a 25 de fevereiro de 1949, em Beirute, capital do Líbano. Como escritor de contos e romances, foi premiado com o Prémio Goncourt e o Prémio Príncipe das Astúrias. É autor de livros como SamarcandaUm Mundo sem Regras e As Cruzadas vistas pelos Árabes.


Sinopse:


Sendo uma simulação de uma biografia de um embaixador árabe , As Cruzadas vistas pelos Árabes é uma obra que nos oferece uma narrativa das Cruzadas completamente diferente da que estamos habituados a saber. Ao contrário da narrativa ocidental, imensamente romantizada acerca do que é uma batalha entre o Bem e o Mal, o nós e o eles, este livro retrata as vivências das populações invadidas e massacradas através de relatos de cronistas árabes contemporâneos dos acontecimentos. São referidos imensos episódios que retratam a barbaridade e a ignorância dos "franj" (como os árabes chamavam aos ocidentais), científica e culturalmente. Além destes episódios, é também explicada a razão pela qual o Califado muçulmano foi vencido: o facto das cidades locais terem aproveitado a ocasião para se atacarem umas às outras, em vez de se unirem para enfrentarem a verdadeira ameaça, ou seja, as hordas de ocidentais que destruíam tudo por onde passavam, incluindo as populações da região, compostas por muçulmanos, cristãos e judeus, que previamente haviam coexistido em paz.

Posição crítica do leitor:


Apesar de ser uma obra difícil de ler, uma vez que os acontecimentos narrados não seguem uma linha cronológica fixa e se baseiam apenas em relatos, tornando a leitura algo seca e repetitiva, o livro é essencial para entender que num conflito nunca existe um lado Bom e um lado Mau: ambos os lados cometem atrocidades em favor dos seus interesses. Neste sentido, de facto não haverá um exemplo melhor do que as Cruzadas.


Francisco Lourenço, nº7


Obra: Contos de Clarice Lispector

Autora: Clarice Lispector (1920-1977)

   Clarice Lispector foi um dos rostos mais singulares da literatura

Resultado de imagem para clarice lispector contosportuguesa moderna.
Nasceu a 10 de dezembro de 1920 na Ucrânia, e muito nova, emigrou para o Brasil onde, até ao seu último dia, disse ser a sua pátria. Judia e emigrante, Clarice não tardou a conhecer os problemas sociais que surgiram assim que se instalou o Estado Novo no país. 

   Para se afastar das preocupações que a perseguiam, a pobreza, a família, a morte de sua mãe, Clarice Lispector dedicou-se à escrita. Ganhou prémios nacionais e
internacionais, escreveu romances, novelas, crónicas e contos.
 Contudo, sempre fora uma mulher misteriosa e pouco dada a conviver, para alguns, era quase uma musa da literatura brasileira.
  Mesmo após a sua morte a 9 de dezembro de 1977 (um dia antes de completar 57 anos), Clarice continuou a ser vista como um ser enigmático, pois pouco se sabia acerca desta “musa”. Só passados 26 anos é que foi publicado, pelos filhos da autora, o livro Contos (mais tarde renomeado para: Contos de
Clarice Lispector
), no qual se agregaram variados contos, pequenas histórias e crónicas (algumas que nunca foram anteriormente publicadas, outras que foram simplesmente esquecidas com o tempo) escritas principalmente na última década de vida da Clarice.

   A forma como estes textos foram organizados e distribuídos, contribuiu para uma melhor perceção dos leitores sobre a vida da autora. Juntos, estes textos contêm material histórico sobre a vida de quem escreve, e revelam acontecimentos que ocorreram durante a infância de Clarice, enterrando mitos e falsas ideias associadas à mesma, mas trazendo à
superfície a história de uma vida que vai sendo desvendada dentro de outras histórias.


Posição crítica do leitor:

   Admito que nunca gostei muito de ler, nunca me comovi com um texto deste género e nunca devorei um livro na minha vida inteira… até hoje.
   Quando vi o título do livro, associei-o de imediato aos comuns livros de contos que caminham sempre de mãos dadas com lições morais de vida. O erro da minha ideia foi a expressão “livro comum”: antes de iniciar a leitura, por isso decidi fazer uma pequena pesquisa sobre a vida e obra da autora. Fiquei surpreendido com a história de vida de Clarice Lispector, da mesma forma que fiquei fascinado pela forma como estes supostos “contos” são contados.
    Esperava simples histórias tradicionais onde são usadas personagens planas para transmitir ensinamentos morais. Estava redondamente equivocado. Para meu espanto, a autora usa episódios da sua infância e juventude quotidiana para transmitir os mesmos, tornando a leitura mais interessante para aqueles que querem descobrir o passado desta grande escritora. A pesquisa anterior também me proporcionou uma melhor experiência, possibilitando-me reconhecer, durante a leitura, episódios da infância de Clarice que moldaram o seu futuro e, consequentemente, a sua forma de escrever.
      É definitivamente um livro que aconselho a toda a gente.



Miguel Santos nº15  10ºD




Resultado de imagem para robinson crusoé portuguesObra: A vida e as aventuras de Robinson Crusoé 


Autor: Daniel Defoe (1660-1731)


Sinopse:

   Esta obra é um texto literário escrito no modo narrativo e baseia-se na vida de Alexander Selkirk, um marinheiro escocês.
   Esta é história da vida de Robinson Crusoé, um homem inglês, que nos conta as suas peripécias e vivências ao longo da sua vida.
   Crusoé nasceu no ano de 1632, na cidade de York. Contra a vontade de seu pai, Robinson foge de casa com 18 anos a 1 de setembro de 1654, numa embarcação com destino a Londres. Após uma viagem atribulada, Crusoé decide partir numa viagem para a costa africana.
   Nesta viagem, perto das Canárias seu navio é sequestrado e todos os tripulantes são feitos escravos. Dois anos mais tarde, outro escravo chamado Xuri. Mais tarde, são encontrados por uma frota portuguesa e seguem para o Brasil, onde Crusoé cria uma plantação de canas-de-açúcar. Em busca de escravos para a sua plantação de canas, parte numa expedição a África. No decorrer desta expedição, são apanhados por uma tempestade e naufragam a 30 de setembro de 1659.
Crusoé vê-se sozinho numa ilha que passaria a ser a sua casa nos 28 anos seguintes.



Posição crítica do leitor:

   Eu gostei da obra. Gostei do assunto do livro e achei interessante a forma como o enredo se desenvolve. Também acho que o suspense é um elemento importante para a história. Por outro lado, a história pode, por vezes, ser confusa e um pouco repetitiva.

   A personagem tem algumas características que tornam a obra muito interessante. Robinson Crusoé é muito positivo e otimista, mas nunca deixa de ser realista. Ainda a destacar que a noção de tempo. para ele. é muito diferente da nossa, mostrando, assim, duas realidades distintas.



Francisco Vaz,nº8  10ºD



Ficha de leitura CONTOS EXTRAORDINÁRIOS

·         Referência bibliográfica

PÖE, Edgar Allan; s/d; “Histórias Extraordinárias”. Quinta Grande – lote 14 – Alfragide 2700 Amadora (Portugal): Edição e Promoção do Livro, Lda.

Sinopse da obra

Escolhemos 4 contos: “O coração delator”, “A pipa de amontilhado”, “O gato preto”, “O poço e o pêndulo”.

"O coração delator"
O conto trata de um narrador anónimo que mata o velho com quem vive por não aguentar ver o olho cego que o mesmo tinha. Após atirar a cama, em que o velho dormia, para cima dele e matá-lo, o narrador desmembra e "enterra" o corpo debaixo do soalho. Trata-se da atmosfera sombria e da insanidade, tão características de Edgar Poe.

"A pipa do amontilhado"
A narrativa da história passa-se na Itália. Montresor é um homem imbuído do desejo de vingança e de emparedar vivas pessoas. Neste conto, o enfoque é dado aos factos em si e aos condicionamentos psicológicos das personagens. O conto é rico em descrição e caracteriza especificamente a mente psicopata e louca do narrador.

"O gato preto"
O conto fala de um homem que adora animais e tenta passar a mesma paixão para a sua mulher. A vida dele começa a mudar até chegar a um ponto de rotura, onde demonstra um certo tipo de perversidade contra todos os seres vivos, incluindo a sua mulher. Mais um conto louco que descreve uma situação quase surrealista e sombria.

"O poço e o pêndulo"
"O poço e o pêndulo" passa-se em Espanha, no contexto da Inquisição. Conta a história de um homem julgado e condenado por inquisidores e que, após sentenciado, é atirado para um poço. Ali ele vem a sofrer imensa tortura tanto física quanto emocional e psicológica. É analisado o maior instinto de todos os seres vivos – o instinto da sobrevivência.

Posição crítica do leitor

      1) Aspetos mais e menos interessantes
O tipo de género (romantismo sombrio) é muito interessante. Foi a primeira vez que estive em contacto com o mesmo e apreciei-o.

      2) Momentos marcantes
Um dos momentos que nos marcou mais foi um inserido no conto “O gato preto”, quando a personagem principal (o homem) tenta matar o gato com um machado e  a sua mulher o impede,  o homem, irritado com a sua atitude, acaba por matá-la.
   
      3) Apreciação global da obra
Os contos são bastante interessantes, embora “diferentes”, ou seja não são histórias comuns, pois grande parte deles lidam com a questão da morte e são explícitos também os efeitos da decomposição dos cadáveres. Todos os contos são exemplo do romantismo sombrio, característico deste autor.

trabalho realizado por: (10ºD)
Rimma Aleksandrova , nº20
Rodrigo Santos, nº23



LIVRO As Viagens de Gulliver

Resultado de imagem para sinopse viagens de gulliverAutor: Jonathan Swift

Sinopse:
Gulliver é um cirurgião de navio, que ao navegar pelo triângulo das Bermudas acaba por naufragar. 
Depois do naufrágio, acorda em Liliput, onde se depara com os liliputianos, um povo de homenzinhos que o consideram um gigante. A sua segunda viagem leva-o a Brobdingnag, onde o que aconteceu na primeira viagem se inverte e Gulliver é agora minúsculo entre gigantes. Em Laputa, conheceu um povo que vivia pensando em matemática e música.
Quando chegou à Terra dos Houyhnhnms, encontra nova surpresa: os homens eram irracionais e a sociedade composta por cavalos inteligentes e delicados.

Posição Crítica:
Jonathan Swift usa esta obra como uma forma de criticar a sociedade onde ele vivia. Cada história, cada capitulo é uma forma de criticar. A primeira viagem, a Liliput, constitui uma critica à sociedade inglesa e à sua guerra com França; também aborda tópicos tais como a politica, uma critica aos liberais e aos conservadores, e também às normas e costumes da sociedade da época. Swift separa e aborda quase todos os aspetos da sua sociedade, tal como da espécie humana, de uma forma clara mas discreta. É preciso saber o contexto histórico para entender alguns dos temas, mas tal não tira qualquer relevância à obra, pois muitos dos temas abordados e criticados ainda são relevantes hoje em dia.

Eduardo Caeiro Nº6
Tomás Fernandes Nº27




LIVRO CHIQUINHO

Autor: Baltasar Lopes

Sinopse: 
O livro Chiquinho descreve os costumes, as pessoas, as paisagens e os problemas sociais e familiares que existiam em Cabo Verde nos anos 30 do século XX. Este livro é inspirado na "personalidade" cultural do povo de Cabo Verde, acabando também por ser uma forte crítica a essa sociedade. É através do desenrolar e dos contornos desta obra, que Baltazar Lopes se impõe como um dos principais fundadores da literatura cabo-verdiana, retratando este povo através da evolução da personagem Chiquinho e da sua esperança de vir a ter uma vida melhor. 

Posição Crítica:
O romance Chiquinho é muito rico no que diz respeito às personagens, tempo e espaço da ação.
A história decorre no Arquipélago de Cabo Verde, mais concretamente na ilha de São Nicolau, na aldeia de Caleijão, e na ilha de São Vicente, onde se vivia um período de seca, fome e mortes.
As personagens enfrentam a pobreza financeira, material e social, agravada pela crise alimentar que, quase sempre em períodos compreendidos entre vinte anos, tende a assombrar este arquipélago. A única fonte de sobrevivência desta sociedade é a agropecuária e a pesca.
Devido a esta pobreza extrema e falta de recursos, a maior parte dos homens emigram à procura de melhores condições de vida.
A obra de Baltazar Lopes contém um grande valor social ao retratar uma realidade tão cruel, obrigando o leitor, em especial os mais jovens, a refletir sobre as outras realidades, vivências e aprendizagens,  não só as que se adquirem na escola e no nosso espaço de conforto. Através do seu livro, Baltazar Lopes ensina-nos a ser criativos, a ser proativos e a querer ser melhor e contribuir para o benefício da sociedade em geral. Leva-nos a querer ser melhores seres humanos, contribuindo para o desenvolvimento da nossa autoestima e da nossa essência enquanto pessoas.
Nós, os estudantes, somos os futuros cidadãos da nossa sociedade e, como tal, é nosso dever compreendê-la e melhorá-la. Tal como Chiquinho fez, os jovens de hoje podem e devem criar organizações ou associações com este fim, e tentar ao máximo desenvolver ações inovadoras capazes de contribuir para um futuro melhor para toda a Humanidade.


alunas nº 1 e 13



Livro Os da minha rua

Autor: Ondjaki


Sinopse:


·        Os da minha rua é composto por 22 estórias e 2 cartas. É um regresso à infância do autor angolano Ondjaki, resgatando as memórias das crianças, dos adultos e de um país, Angola, à procura do seu caminho.
Neste livro não encontramos um “enredo”, mas sim um conjunto de pequenas estórias, memórias da infância vivida num bairro em Luanda do menino Ndalu – nome de baptismo do autor Ondjaki.

O autor-personagem fala-nos, oscilando entre a crónica e o diário, dos amigos, das brincadeiras na rua, da escola, dos professores, das primeiras paixões, da famíla, entre os quais o tio Chico, bebedor inveterado de cerveja, o tio Vitor e a sua piscina de coca-cola, o Lima com “a televisão mais bonita do mundo” porque era a cores, da tia Rosa que o livrou da creche, da novela brasileira “Roque Santeiro” e muito mais... 

Posição Crítica:

·      O livro é composto por pequenas histórias da infância do autor na perspetiva de uma criança. É um livro ternurento, uma homenagem à infância, um relato de afetos, alegrias, despedidas e tristezas. O autor utiliza um linguagem simples de frases curtas mas com muitas  expressões angolanas, o que nos dificultou a leitura. Nós gostámos de conhecer um pouco da vivência do povo angolano e também do final do livro, onde o autor-personagem, embora triste com a despedida, vai seguir os seus sonhos e partir para Portugal para continuar os seus estudos. “Uma casa está em muitos lugares (...) é uma coisa que se encontra.” Palavras para o velho abacateiro, estória nº 22.
·         Aconselhamos a leitura!

                                                                                                             Guilherme Mendes nº 10  10ºB
                                                                                                              Manuel Ferreira nº 17   10ºB


Obra: Ciranda de Pedra


Image result for ciranda de pedra capa livroBiografia do autor:

Lygia Fagundes Telles nasceu a 19 de abril de 1923, no Brasil. A sua primeira obra foi um livro de contos, “Porão e Sobrado”, publicado em 1938.
Ganhou o prémio internacional feminino para estrangeiros, o prémio Jabuti, na categoria de Contos e Crónicas em 1966, 1996 e 2001 e na categoria Romance em 1974.


Acabou por se tornar membro da Academia das Ciências de Lisboa em 1987.



Sinopse da obra:


Virgínia vive uma infância complicada com os pais separados, e é criada pela mãe e Daniel, o médico da sua mãe. Ela visita a mansão do seu pai, Dr. Natércio, mas não consegue conviver bem com as irmãs Otávia e Bruna e com os seus vizinhos: Letícia, Afonso e Conrado (pelo qual Virgínia tem sentimentos).

Virgínia compara Otávia, Bruna, Letícia, Afonso e Conrado com uma fonte existente no jardim da casa do seu pai, rodeada por uma ciranda de anões de pedra, pois esses nunca aceitam mais um na sua ciranda. Com a morte de Laura (mãe de Virgínia), Virgínia decide que quer frequentar um colégio de freiras como aluna interna. Depois de se formar, volta para a mansão do seu pai como uma nova pessoa, adulta e amadurecida. Virgínia descobre então as várias fraquezas humanas dos que, na infância, ela considerava semi-deuses, e perante os quais um dia ela teve sentimentos de inferioridade. Virginia afasta-se de todos, decidindo explorar o mundo sozinha, numa viagem de autodescoberta e independência.
Posição crítica:
O tipo de linguagem e escrita utilizados ao longo do livro tornam-no um pouco confuso e até aborrecido, pois existe muita descrição. A história em si não é muito interessante, mas estão presentes várias reviravoltas que a animam. O livro está dividido em duas partes, a segunda parte é muito mais cativante que a anterior.




Lara Mouga nº15
Rita Mendes nº23
10ºB

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