sábado, 31 de janeiro de 2015

E terminou janeiro... o trabalho continua e queremos deixar aqui o testemunho do assinalar do dia 27, em memória das vítimas do holocausto.
 




A libertação de Auschwitz

A 27 de janeiro de 1945, as tropas do general soviético Petrenko conquistaram a cidade polaca de Oswiecim. Depararam, então, com o campo de Auschwitz (nome alemão da cidade). Pela primeira vez, confirmava-se a veracidade dos relatos que tinham chegado ao Ocidente a respeito do extermínio sistemático dos judeus.
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sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

E aqui fica a nossa sugestão de leitura para o mês de janeiro.



Juan José Millás nasceu em Valência, em 1946. Escreveu várias obras de grande valor, incluindo alguns dos melhores romances publicados em Espanha nas últimas quatro décadas do nosso tempo. Mas o que vos propomos hoje não é um romance. É um livro de contos, todos eles muito curtos e certeiros. É impossível resistir a ler um conto, depois outro e mais outro, até ao fim do livro. Querem saber a razão? LEIAM O LIVRO, pois claro!

Digam lá se não dá vontade de ler um conto com este começo:

“Antes de o avião atingir a altura de cruzeiro, o jovem louco ergueu-se segurando na mão direita um aparelho e afirmando aos gritos que estava ligado a uma bomba que trazia colada à perna com fita adesiva.” (O Sequestro Aéreo)

Ou ainda este:

“O meu pai não se apercebeu de que quase não me tinha abraçado até perder o braço direito num acidente de trabalho que o fez estar quarenta dias hospitalizado.” (O Braço Direito do Meu Pai)



Os Objetos Chamam-nos é o nosso Livro do Mês

Foi escolhido para ti

De que estás à espera?

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

                                  Teatro sobre o Cavaleiro da Dinamarca

Por M. Álvares, 7º
            No dia 7 de janeiro de 2015, durante a tarde, eu os meus colegas do 7.º ano, deslocámo-nos até Lisboa para assistirmos à representação da obra O Cavaleiro da Dinamarca de Sophia de Mello Breyner Andresen, pela Companhia de Teatro “O Sonho”.
            Ao longo da viagem até Santos, houve muita música, risos, selfies, piadas e muito mais...
            Esta atividade teve como objetivo ajudar-nos a perceber melhor a leitura da obra, realizada na sala de aula.
            Para mim, a melhor interpretação foi a dos Scapinos, pois mostraram-se com grande alegria enquanto narravam a história, à medida que iam
cantando e dançando no palco.
Scappino é uma personagem da commedia dell'arte, que mostra seu traje com riscas verdes, azul-turquesa e branco. Também é coberto com um chapéu rasgado embelezado com penas. Commedia dell'arte começou em Itália no século 16 e é uma forma de teatro caracterizada por pessoas mascaradas .
Os três Scapinos foram personagens que a companhia introduziu nesta peça para narrar a história, uma vez que no texto dramático não existe narrador.
              Um dos aspetos que eu também gostei foi a interação dos atores e atrizes com o público. No teatro, eu acho que os intérpretes não devem permanecer só no palco mas também comunicar com o espectador saindo do cenário.
            Admirei, ainda, o regresso do Cavaleiro à sua casa, pois nesse momento, naquele escuro, as luzes da árvore de Natal acenderam-se e tudo o que estava à nossa volta acendeu-se de uma forma misteriosa.
            No final, todos nós ficámos entusiasmados e motivados para continuar a ler O Cavaleiro da Dinamarca.
            Se me pedissem para descrever o teatro que assistimos sobre O Cavaleiro da Dinamarca numa só palavra, eu diria que foi magnífico.

Por M. Ramos, 7º
No dia 7 de janeiro de 2015, pelas 13h, a turma do 7.ºA, juntamente com outras turmas do mesmo ano, realizou uma visita de estudo ao teatro «O Sonho», em Lisboa, para assistir à peça O Cavaleiro da Dinamarca, adaptada, livremente, por Ruy Pessoa, a partir da obra de Sophia de Mello Breyner Andresen.
Na minha opinião, a peça estava bastante bem adaptada. Sete atores conseguiram desempenhar vários papéis e com grande qualidade.
Acho que foi uma peça cativante, na medida em que o encenador, além de seguir, fielmente, a história contada no livro, adicionou três personagens, os scapinos, que tornaram a peça divertida e, ao mesmo tempo, ensinaram o que é o ballet do scapino.
Eu considero que o guarda-roupa utilizado pelos artistas, os adereços e o cenário usado são adequados à época (há centenas de anos) em que se passa a história do cavaleiro e às lendas contadas por encaixe. Os efeitos especiais dão uma grande vivacidade à peça.
Eu fiquei fascinada a assistir ao teatro! Como os atores interagiam com o público e a forma como faziam a transição de um cenário para o outro foi muito criativa, envolvi-me de tal maneira na história que parecia que a estava viver. E, à medida que o vamos visualizando, ficamos cada vez mais curiosos e queremos sempre ver mais.
            A parte de que mais gostei foi a representação da lenda de Dante e Beatriz, pois foi muito emocionante.



segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Novidades na BE - DVD - “ O sonho de Wadjda”, de Haifaa Al-Mansour - “O Ilusionista”, de Neil Burger - “Noé”, de Darren Aronofsky -...