quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Começámos esta semana sessões de trabalho articulado entre SPO e BE, promovendo a orientação de estudos e alargando conhecimentos sobre áreas profissionais, As turmas de 9º ano são o público-alvo destas sessões.



LIVRO DO MÊS LIVRO DO MÊS LIVRO DO MÊS

Nunca um mistério foi investigado com tanto humor!
À Noite Logo Se Vê é o relato hilariante das andanças de Mino, investigador do sobrenatural, na procura de explicações para acontecimentos extraordinários. De passagem, vai-se detendo em não menos fascinantes episódios da vida terrena, como a viagem do narrador e sua namorada, Natinha, numa noite de denso nevoeiro; a ascensão social de um homem de sete ofícios incompreendido pela cara-metade; a estratégia de Quinzinho Pontual na sua ambição de matar o tempo; a odisseia do pugilista gordo em vésperas de combate; o único descuido do velho repórter especializado em notícias de desastres; o inquietante mistério de Roseiral. 

Fantasiando o mundo real e parodiando o da fantasia (este livro foi publicado, inicialmente, numa coleção alusiva ao Fantástico) Mário Zambujal prende o leitor à sua escrita ágil em que a originalidade e o humor se unem para o prazer da leitura.
EXCERTO
«Ela ainda foi telefonar, e eu, naquela molenguice boa, ouvi-a perguntando sobre a estrada número um. Então fechou o rádio e pôs um disco. Não era bem música, mas um longueplei malcriado, com gemidinhos, sussurros, respirações ofegantes como se estivessem em trabalho de mão-de-obra. Gostas?, perguntou Natinha, e eu disse não. Abomino comparações, em especial quando receio não cobrir a parada: aqueles podiam aguentar a noite toda em trinta e três rotações.»

LIVRO DO MÊS LIVRO DO MÊS LIVRO DO MÊS

terça-feira, 22 de novembro de 2016

Para assinalarmos o Dia Internacional da Tolerância, contámos com uma palestra da Drª Teresa Nogueira, voluntária da Amnistia Internacional. A atividade foi organizada pela professora Sara Silva, de inglês, em colaboração com a Biblioteca Escolar, dirigida aos alunos das turmas D e F do 10º ano.

BALANÇO DA PALESTRA SOBRE “TOLERÂNCIA”


  •    Consideras que o tema é pertinente?                    Sim 48            Não 1    Não respondeu 9              
  •    A Biblioteca é um espaço adequado à realização da palestra?      
                                                                                       Sim 45       Não 4        Não respondeu 9

  •      O que aprendeste?
“(…) os problemas do mundo não estão tão longe quanto parecem.”
“(…) mais importante que tolerar o próximo, é aceitar o próximo. A discriminação é um crime muito atual que, às vezes, leva a situações inimagináveis.”
“A xenofobia e o racismo continuam presentes e, com a finalidade de assegurar o bem comum, a distinção entre raças deveria ser inexistente.”
“(…) é importante respeitar o próximo e nunca julgar ou categorizar alguém com base na sua religião, etnia, orientação sexual…”
“A tolerância deveria ser considerada o valor mais importante na vida humana, para que seja possível manter a paz no mundo e seja imposto o fim da discriminação.”
“(…) certos países devem moderar as suas regras. Em certos países, as mulheres são muito maltratadas, não por terem feito algo de errado, simplesmente porque gostam e acham bem maltratar as mulheres.”
“A situação dos refugiados e a as condições desumanas em que algumas pessoas vivem.”
“(…) o papel da Amnistia Internacional.”
“(…) o tráfico de armas tem grande impacto nos assuntos falados na Palestra.”
“Compreendi melhor o que se passa no mundo, no dia a dia.”


  •       Sugere outro tema que gostasses de ver tratado:
- Racismo
- Homofobia
- Xenofobia
- Bullying
- Refugiados
- Tráfico humano
- Amnistia Internacional
- Direitos humanos
- Direitos da Mulher
- Direitos dos animais
- Medicina
- Eutanásia
- Aborto
- Nutricionismo
- As falhas do sistema de ensino
- Tema que permita debate




Oeiras, 15 de novembro de 2016
Para assinalarmos o Dia Internacional da Tolerância, contámos com uma palestra da Drª Teresa Nogueira, voluntária da Amnistia Internacional. A atividade foi organizada pela professora Sara Silva, de inglês, em colaboração com a Biblioteca Escolar, dirigida aos alunos das turmas D e F do 10º ano.
BALANÇO DA PALESTRA SOBRE “TOLERÂNCIA”
ü  Consideras que o tema é pertinente?                    Sim 48            Não 1    Não respondeu 9
ü  A Biblioteca é um espaço adequado à realização da palestra?      
                                                                                       Sim 45       Não 4        Não respondeu 9
ü  O que aprendeste?
“(…) os problemas do mundo não estão tão longe quanto parecem.”
“(…) mais importante que tolerar o próximo, é aceitar o próximo. A discriminação é um crime muito atual que, às vezes, leva a situações inimagináveis.”
“A xenofobia e o racismo continuam presentes e, com a finalidade de assegurar o bem comum, a distinção entre raças deveria ser inexistente.”
“(…) é importante respeitar o próximo e nunca julgar ou categorizar alguém com base na sua religião, etnia, orientação sexual…”
“A tolerância deveria ser considerada o valor mais importante na vida humana, para que seja possível manter a paz no mundo e seja imposto o fim da discriminação.”
“(…) certos países devem moderar as suas regras. Em certos países, as mulheres são muito maltratadas, não por terem feito algo de errado, simplesmente porque gostam e acham bem maltratar as mulheres.”
“A situação dos refugiados e a as condições desumanas em que algumas pessoas vivem.”
“(…) o papel da Amnistia Internacional.”
“(…) o tráfico de armas tem grande impacto nos assuntos falados na Palestra.”
“Compreendi melhor o que se passa no mundo, no dia a dia.”

ü  Sugere outro tema que gostasses de ver tratado:
- Racismo
- Homofobia
- Xenofobia
- Bullying
- Refugiados
- Tráfico humano
- Amnistia Internacional
- Direitos humanos
- Direitos da Mulher
- Direitos dos animais
- Medicina
- Eutanásia
- Aborto
- Nutricionismo
- As falhas do sistema de ensino
- Tema que permita debate




Oeiras, 15 de novembro de 2016

terça-feira, 15 de novembro de 2016

FOI ASSIM EM OUTUBRO:

SEMANA DA BIBLIOTECA ESCOLAR

  • Visitas guiadas das turmas do 7º ano (24 a 28 de out.
  • Divulgação do site e do blogue da BE
  •  Exposição “Outros Tempos… Outras Leituras…”
  •  Divulgação de “NOVIDADES” (no local, na sala de professores e no blogue)
  •  Promoção do concurso Oeiras Internet Challenge, da BMO



OPINIÕES DOS ALUNOS DO 7º ANO SOBRE A VISITA GUIADA À BE

“Eu aprendi a fazer uma referência bibliográfica(...).”

“Gostei de saber que podemos consultar a Bibliobase.”

“Penso que a biblioteca da escola é um sítio calmo, onde é possível a realização de trabalhos. A biblioteca tem equipamento de boa qualidade para todos os alunos.”

“Eu aprendi como requisitar livros, filmes… e também como ler a cota e encontrar as coisas.”

“Fiquei a saber como está organizada a biblioteca, o que ela nos oferece (…) e que a biblioteca tem um site.”

“Aprendi várias coisas sobre a biblioteca: que há muitos livros, e-books, jornais, revistas, etc.”

“(…) também aprendi que a cor da etiqueta dos livros serve para alguma coisa.”

“(…) simplesmente adoro a biblioteca. É um espaço maravilhoso, com tudo o que preciso para estudar e para me fartar de ler nos próximos tempos.”

“Foi importante pois descobri mais sobre os livros e como usá-los corretamente. Aprendi também as regras da biblioteca.”

“Gostei muito de ficar a conhecer as normas da biblioteca e os meus direitos e deveres.”

“Acho interessante e pertinente, porque muitas pessoas não sabem como utilizar uma biblioteca e as que sabem provavelmente aprenderam mais.”

Muito obrigada! Fiquei a saber as normas de funcionamento da biblioteca e como requisitar DVD ou livros.”

“Na minha opinião, a Biblioteca Escolar está muito bem organizada, tem muita variedade de recursos disponíveis e todo o seu material se encontra, aparentemente, em bom estado. Será ótimo trabalhar num espaço com tão boas instalações.”

“A apresentação estava muito interessante e com muitas curiosidades que não sabia. É um lugar onde vou passar bons momentos.”

“Já tinha vindo cá, mas agora que consegui conhecê-la melhor, gosto bastante mais. Só não sabia que havia um blog da Biblioteca Escolar.”

“Descobri que a biblioteca não tem só livros e que é mais interessante do que eu pensava.”

“(…) adoro a biblioteca e adorei a apresentação.”

“Fiquei a saber como procurar um livro com mais facilidade. Gostei da visita guiada à BE.”

“Gostei, pois agora que sei orientar-me na biblioteca, vou frequentá-la mais vezes.”

“(…) a biblioteca tem um ar muito agradável e limpo, com muitos livros e informações. A minha experiência aqui melhorou o meu conhecimento sobre a biblioteca.”

“(…)saber a organização da biblioteca e como requisitar e procurar os livros. Fomos muito bem recebidos! E espero que estes seis anos sejam fantásticos( …)”



 OUTUBRO 2016

quarta-feira, 12 de outubro de 2016

2016/2017

E cá estamos de novo, no primeiro dia de outono...



Este ano letivo começámos as nossas atividades com um Open Day.

 Na BE, os professores de português e os alunos assistiram a um videoclip dos D.A.M.A. com o Vasco Palmeirim, em defesa do bom uso da língua portugues. Depois, os alunos deixaram uma mensagem.

Trata-se de uma nova versão de “Às Vezes”.
Passou a ser “ Às Vezes (Escuto e Observo Erros de Português)”


Às vezes oiço cada coisa e não fico ok
Às vezes leio em português que não está bem
Ninguém faz de propósito, eu sei
Mas acontece tantas vezes - ai Jesus, minha mãe!

Às vezes oiço cada coisa e não fico okÀs vezes leio em português que não está bem
Ninguém faz de propósito, eu seiMas acontece tantas vezes - ai Jesus, minha mãe!

Sei que 
às vezes eu pareço zangado
Mas isto faz-me ficar preocupado
Não quero ver a nossa língua neste estado
O português anda a ser tão maltratado
Quando há 
faltas para amarelo entradas de pé em riste
Gente que em vez de "estiveste" pergunta "onde é que tu estives-te?"Às vezes é deixar o hífen bem sossegadoE não pôr a vírgula entre o sujeito e o predicado
Eu não sou perfeito, não sou uma Edite Estrela
Mas 
sei que não se pede uma "sande de mortandela"
Passam horas, dias, choro: fico muito triste
Quando 
"houveram novidades", porque isso não existeSão raros os casos de plural do verbo "haver"
E são muitos os que compram um automóvel num
standerE isto não são histórias tipo "era uma vez"
Isto é o que se passa com o nosso português
Às vezes oiço cada coisa e não fico okÀs vezes leio em português que não está bem
Ninguém faz de propósito, eu sei
Mas acontece tantas vezes - ai Jesus, minha mãe!


Às vezes oiço cada coisa e não fico okÀs vezes leio em português que não está bem
Ninguém faz de propósito
, eu sei
Mas acontece tantas vezes - ai Jesus, minha mãe!

Se eu tivesse poderes, homens e mulheres não diziam
"quaisqueres"
Eu sei que é difícil distinguir o 
"à" do "há"
Para onde é o acento? Qual deles leva o "h"? Oh mãe!
E acredita rapaz - que toda a gente é capaz
De 
não escrever um "z" na palavra "ananás"
E era maravilha - ver 
"você" sem cedilhaE que ninguém dissesse "há muitos anos atrás"
Aquilo que eu quero como tu muito bem vês
Sendo muito sincero 
quero bom português
E tenho a certeza que toda a gente consegue
Se até JJ sabe dizer Lopetegui

Às vezes oiço cada coisa e não fico okÀs vezes leio em português que não está bem
Ninguém faz de propósito
, eu sei
Mas acontece tantas vezes - ai Jesus, minha mãe!
Às vezes oiço cada coisa e não fico ok
Às vezes leio em português que não está bem
Ninguém faz de propósito, eu sei
Mas acontece tantas vezes - ai Jesus, minha mãe!
"Há-des" - isto assim não está bem
"Salchicha" - isto assim não está bem
"Devia de haver" - isto assim não está beme dizer "tu fizestes" também não está bem!Às vezes oiço cada coisa e não fico okÀs vezes leio em português que não está bem
Ninguém faz de propósito
, eu sei
Mas acontece tantas vezes - ai Jesus, minha mãe!





Outubro - Mês Internacional da Biblioteca Escolar

sexta-feira, 24 de junho de 2016

SERES IMAGINÁRIOS

PROJETO DA DISCIPLINA DE PORTUGUÊS, 8º ANO

Zenguru
Era uma vez um canguru que vivia na floresta nacional da Austrália.
Ele chamava-se Pepe e tinha vinte anos, era alto, cinzento e gordinho. Tinha o focinho largo e as orelhas grandes. Pepe vivia com a sua família numa gruta.
Certo dia, Pepe saiu para ir buscar comida, pois era ele que sustentava a família. Andou, andou, até que encontrou um enorme e gigantesco grupo de zebras. Nesse grupo, destacou-se uma grande, elegante e lindíssima zebra. Ela era grande, magra, com riscas brancas e pretas, patas pequenas e focinho largo, olhos grandes e negros e tinha uma bela, longa e negra crina. Ela chamava-se Mar.
Pepe encontrou o seu amor à primeira vista e decidiu ir falar com ela. Falaram, falaram até que se aperceberam de que estavam os dois apaixonados um pelo outro e que faziam em belo casal.
Assim, decidiram ir viver sozinhos, para o outro lado da floresta, sem contar a ninguém, para que nunca mais ninguém os visse.
Passados dois anos de puro amor e carinho, Pepe e Mar decidiram ter um filho. Já se sentiam preparados e surgiu o momento. Uns meses depois, Mar estava grávida. Quando o bebé nasceu, tinha corpo de canguru e focinho de zebra.
E foi assim que Zenguru surgiu no planeta Terra.

Leonor Leite nº18, 8ºE



Falcuma Vs. Gato Malhado

Um dia, o Falcuma, uma mistura de um puma com um falcão que nasceu na América Central, estava a voar sobre um parque e ficou com sede. Desceu para ir beber num grande lago que havia lá em baixo. O lago estava um pouco sujo e tinha muitas algas. Lá viviam vários sapos que descansavam sobre nenúfares e alguns patos com as suas crias.
Quando acaba de beber, o Falcuma vê uma andorinha muito bonita e fica logo apaixonado, foi amor à primeira vista. Depois, começaram a conversar:
- Olá, eu sou o Falcuma, e tu?
- Eu sou a Andorinha Sinhá!
Enquanto eles estavam nesta conversa, apareceu o Gato Malhado que agora era casado com a Andorinha (porque o rouxinol morrera), e foi logo criticar:
- Agora andas com outros “gatos”?
            - Não é o que tu pensas- respondeu a Andorinha.
            - Então, explica-te!
            Nesse momento, o Falcuma aproximou-se do Gato e disse:
            - Esta Andorinha é minha!!!
            - Nem penses que a levas.- respondeu-lhe o Gato.
            - Vamos ver quem fica com ela num combate de Luta Livre.- propôs o Falcuma.
            - O.K., às três no campo perto da árvore da coruja.
            Saíram os dois, um a voar e o outro a correr. Prepararam-se muito bem para esta luta e, às três, lá estavam os dois. Havia um ringue bancadas e muito mais. Só faltava uma coisa, o árbitro. Então a Vaca Mocha foi chamar o Papagaio, pois só havia uma coisa de que ele gostava mais do que Deus e essa coisa era combates de Luta Livre. Saiu de um casamento a correr e foi para o ringue.
            Quando lá chegou, estava tudo pronto. Como o Papagaio também tratava da emissão da RPFM (rádio parque FM), teve que relatar o combate.
            - São três da tarde e o sol está a bombar aqui no parque. Temos dois grandes lutadores hoje aqui no ringue. No canto vermelho, temos o gato herói com 7 quilos, o Gato Malhado. No canto azul temos o felino da selva, o Falcuma. E começa o combate. Vai o Falcuma e dá um golpe de direita, mas o Gato responde com um golpe baixo. O Falcuma está no chão e parece furioso. Levanta-se e mete o Gato no chão e ele fica K.O.
            O Falcuma ganha e fica com a Andorinha. O gato fica sem nada outra vez. Passados alguns dias, ele volta e diz ao gato que ele pode ficar com a andorinha, porque ela é um mau partido.
Tudo está bem quando acaba bem!!!

Francisco Vaz    Nº 9, 8ºE 


O bilhete de saída

Numa ilha no meio do oceano Atlântico, vivia um animal pelicular, tratava- se de uma mistura de dois animais, um bacalhau e um chimpanzé, seu nome era Chau. No outro lado do mundo, na China, vivia um animal chamado Chimpampanda, uma junção de um chimpanzé com um panda.
Entretanto, um grupo de cientistas, no Brasil, iniciou uma busca a novas espécies. Conseguiram localizar e capturar dois (os que falámos anteriormente ). A viagem até ao laboratório foi longa, dando tempo para que estes dois animais se conhecessem melhor e encontrassem mais dois animais, o Abefante, uma mistura de elefante e abelha, e o Camofante, uma mistura de camelo com elefante. Foram os quatro na carruagem e ficaram amigos. Ao chegarem, esgueiraram- se da carruagem e correram até não poderem mais. Correram tanto que perderam a noção do tempo, ficando sem saber se andaram dias ou horas, mas a verdade é que, quando deram conta, estavam num grande parque. Decidiram passar lá a noite.
Na manhã seguinte, sem saber o que fazer, tentaram encontrar a saída do parque, no entanto, depois de várias tentativas, parecia que não conseguiam encontrar saída. Até que um gato apareceu, um Gato Malhado que veio ao encontro dos quatro animais. O gato, que se chamava Gato Malhado, foi muito simpático e acompanhou-os até à saída do parque, onde encontraram a Andorinha Sinhá que os levou até um parque mais acolhedor ali perto. Quando chegaram ao parque, o cansaço era muito e a lua já ia alta, por isso decidiram fechar os olhos.
Na manhã seguinte, foram acordados por choros, mais especificamente choros da andorinha. A pobrezinha tinha um bilhete na asa e os olhos lavados em lágrimas. Ela contou-lhes tudo, o bilhete era do gato, que tinha ido ter com a cobra Cascavel, sem intenção de voltar. Fizeram-se ao caminho para tentar impedir o gato, mas depois de uma grande caminhada, até ao ninho da cobra, viram que já era tarde demais. Do gato só restavam os ossos.
Dias mais tarde, fizeram um funeral à morte do gato. O funeral foi no parque e todos os habitantes apareceram, mesmo aqueles que não gostavam dele. O funeral demorou uma hora e saíram todos em lágrimas, graças ao discurso da andorinha. A única parte positiva foi que a andorinha pôde finalmente seguir em frente.
Os quatro animais, comovidos com toda aquela história e impressionados com a beleza daquele parque, despediram-se da andorinha, agradeceram-lhe a ajuda, prometendo regressar um dia e cada um seguiu o seu caminho para casa.

 Diogo Peng, Joana Peixinho e Mariana Figueiredo, Rita Silva 8.º E


PIPOCANDA: A Verdadeira História

 Num passado não muito distante, estava um panda a passear numa floresta de bambu à procura de amor até que viu uma pipoca gigante que parecia pronta para o amar, mas, quando o panda falou com ela, tudo mudou. A pipoca tentou fugir do panda, pois sabia muito bem que pandas e pipocas pertencem a mundos diferentes, mas o panda insistiu. Foi assim a tarde toda até que o panda descobriu a única maneira de ficar com a pipoca para sempre: ter um filho com ela. Obviamente a pipoca achou a ideia absurda, mas o panda conquistou-a com flores e poemas de Sophia de Mello Breyner Andersen, uma escritora que a pipoca adorava.
  Meses depois, o bebé nasceu e era lindo: cabeça amarelinha como a mãe e o corpo gordinho, fofinho, preto e branco como o pai. Era um Pipocanda e todos tinham a certeza de que ele ia mudar o mundo, mas para melhor? Foi no palácio de São Bento, no dia 11 do mês 11 às 11:11, que ocorreu o parto.
 Passadas algumas semanas, a pipoca conheceu uma nova faceta do panda: ele era um serial killer. A pipoca ficou chocada e com muito medo, tinha receio que o filho seguisse os mesmos caminhos  do pai. A pipoca foi observando os comportamentos do Pipocanda para tentar perceber se já havia algo que indicasse que ele ia ser igual ao pai, mas, por enquanto, tudo parecia normal. Até ao dia dos seus 16 anos, em que tudo mudou.
O Pipocanda começou a ter comportamentos fora do normal: dizia querer sair de casa, queria ir viver com o pai e dizia que queria ter uma vida como a do pai. A pipoca ficou extremamente preocupada, mas não havia nada a fazer. Ela tentou ter várias conversas com o Pipocanda sobre o “monstro” que seu pai era. O filho ignorou completamente a mãe e ,certa noite, saiu de casa.
 Como o tinham separado do pai à nascença, ele não fazia ideia de onde o pai se encontrava, por isso foi viajar pelo mundo à sua procura. Assim que saiu de casa e partiu para longe, começou a ter vontade de matar pessoas. Alguns dias passaram e a vontade de matar aumentava. No terceiro dia da sua viagem, acabou por ceder à tentação e matou uma mulher. Sentiu tantos remorsos que pensou em acabar com a sua própria vida. Ele queria voltar para casa, pedir desculpa à sua mãe por ter fugido, mas não arranjava a coragem necessária para tal. Viajou mais alguns dias, mas não aguentou. Teve de voltar para casa e explicar à sua mãe o que tinha feito quando estava fora.
  A sua mãe ficou muito desiludida quando o filho lhe contou o que tinha feito, mas como o amor de mãe supera tudo, ela conseguiu perdoá-lo, mas só depois de ele prometer que nunca mais o fazia.

Joana Pina n.º13 e Joana Peixinho n.º14     8ºE



O Girássaro
Era um dia normal para o João. O João tinha 13 anos e era mais novo que o seu irmão, Eurico. Tinha acabado o Natal de 2015, e iam começar as aulas em janeiro de 2016. O João estava muito entusiasmado para começar as aulas e, consequentemente, preparou tudo uma semana antes.
Logo no primeiro dia de aulas, teve Matemática, Físico-Química e acabou com Ciências. À tarde, como o João era muito maroto, entrou nas salas de laboratório e começou a observar e, de seguida, a mexer em frascos e liquídos coloridos e, de um momento para o outro, “puf”, a sala tinha ficado cheia de fumo e, por de trás do fumo, apareceu um pequeno cãozinho e …
Uns meses depois, no dia 3 de abril, o “tal” pequeno cãozinho foi levado para casa do João sem ninguém saber e, na verdade, aquele sere vivo não era cão, era uma coisa nunca antes vista, era uma espécie rara, metade girafa, metade pássaro – deu-lhe o nome de Girássaro.
Os pais nunca souberam do animal, só o irmão, que era muito bisbilhoteiro e , enquanto o João estava na escola,  descobriu o Girássaro. Ele foi um bom amigo e não contou nada. O João dava de comer ao animal, comprou-lhe uma coleira, e já nem sabia o que fazer até que um dia sem dizer mais nada, ele desapareceu. As asas de passarinho já tinham crescido e o João já sabia que este dia ia chegar.
Ele ainda se lembra dele, tinha na sua memória a girafa com o corpo de passarinho, azul arroxeado e a boquinha em forma de bico. Nunca mais se esqueceu daquele dia, 1 de Outubro de 2016, em que se despediu do seu amigo Girássaro.

Trabalho realizado por João Pinto, nº16, 8ºE

Novidades na BE - DVD - “ O sonho de Wadjda”, de Haifaa Al-Mansour - “O Ilusionista”, de Neil Burger - “Noé”, de Darren Aronofsky -...