terça-feira, 23 de maio de 2017

E, por ocasião do Dia do Autor Português, pedimos aos professores da ESQM que elegessem o melhor livro dos últimos 100 anos. Os resultados deram-nos, principalmente, a eleição do melhor autor:


Memorial do Convento, José Saramago – 11 votos

Aparição, Vergílio Ferreira – 6 votos

Ensaio sobre a Cegueira, José Saramago – 4 votos

As Intermitências da Morte, José Saramago – 3 votos

Evangelho segundo Jesus Cristo, José Saramago – 3 votos

Todos os Nomes, José Saramago – 2 votos

Levantado do Chão, José Saramago - 1 voto

Até ao Fim, Vergílio Ferreira – 2 votos

O Manual dos Inquisidores, António Lobo Antunes – 2 votos

Que cavalos são aqueles que fazem sombra no mar, A. Lobo Antunes – 1 voto

Mensagem, Fernando Pessoa – 1 voto


A Sibila, Agustina Bessa-Luís – 1 voto

Portugal, o Mediterrâneo e o Atlântico, Orlando Ribeiro – 1 voto

A Costa dos Murmúrios, Lídia Jorge -1 voto

Abraço, José Luís Peixoto - 1 voto

Mimesis e Negação, Fernando Gil - 1 voto

Veneza pode esperar, Rita Ferro - 1 voto

O outro pé da Sereia, Mia Couto - 1 voto

 
e, curiosamente, 

os alunos do secundário elegeram o Memorial do Convento, seguido d' Os Maias (com dezenas de votos)

enquanto

os alunos do básico votaram n' O Cavaleiro da Dinamarca.

Outros títulos surgiram:
  • O Livro do Desassossego
  •  Mensagem
  • Uma Aventura
  • A Menina do Mar
  • A Fada Oriana
  • Histórias da Terra e do Mar
  • História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar
  • Rosa, minha irmã Rosa
  • A Lua de Joana
  • O Livro do Feromonas

segunda-feira, 8 de maio de 2017

Livro do mês de maio

LIVRO DO MÊS LIVRO DO MÊS LIVRO DO MÊS LIVRO


Publicado pela primeira vez em 1982, é um dos 46 títulos com que José Saramago marcou o seu lugar na história da literatura portuguesa. Único Prémio Nobel da Literatura em Portugal, a sua obra está traduzida em 42 línguas de 53 países.

Memorial do Convento oferece-nos um amplo panorama da sociedade portuguesa setecentista, caracterizada pelas frequentes celebrações ritualizadas (autos de fé, procissões, touradas), pelo cenário luxuoso e ostentatório da corte, bem como pela vida miserável do povo.


A vontade do rei D. João V e o poder da Igreja justificam a     construção de uma obra magna como o Convento de
Mafra. Nenhum dos dois poderes se importa com o que pensam ou como vivem os seus súbditos, nem com o preço que deverão pagar pela soberba real e eclesiástica.  


Novidades na BE - DVD - “ O sonho de Wadjda”, de Haifaa Al-Mansour - “O Ilusionista”, de Neil Burger - “Noé”, de Darren Aronofsky -...