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                                  Teatro sobre o Cavaleiro da Dinamarca

Por M. Álvares, 7º
            No dia 7 de janeiro de 2015, durante a tarde, eu os meus colegas do 7.º ano, deslocámo-nos até Lisboa para assistirmos à representação da obra O Cavaleiro da Dinamarca de Sophia de Mello Breyner Andresen, pela Companhia de Teatro “O Sonho”.
            Ao longo da viagem até Santos, houve muita música, risos, selfies, piadas e muito mais...
            Esta atividade teve como objetivo ajudar-nos a perceber melhor a leitura da obra, realizada na sala de aula.
            Para mim, a melhor interpretação foi a dos Scapinos, pois mostraram-se com grande alegria enquanto narravam a história, à medida que iam
cantando e dançando no palco.
Scappino é uma personagem da commedia dell'arte, que mostra seu traje com riscas verdes, azul-turquesa e branco. Também é coberto com um chapéu rasgado embelezado com penas. Commedia dell'arte começou em Itália no século 16 e é uma forma de teatro caracterizada por pessoas mascaradas .
Os três Scapinos foram personagens que a companhia introduziu nesta peça para narrar a história, uma vez que no texto dramático não existe narrador.
              Um dos aspetos que eu também gostei foi a interação dos atores e atrizes com o público. No teatro, eu acho que os intérpretes não devem permanecer só no palco mas também comunicar com o espectador saindo do cenário.
            Admirei, ainda, o regresso do Cavaleiro à sua casa, pois nesse momento, naquele escuro, as luzes da árvore de Natal acenderam-se e tudo o que estava à nossa volta acendeu-se de uma forma misteriosa.
            No final, todos nós ficámos entusiasmados e motivados para continuar a ler O Cavaleiro da Dinamarca.
            Se me pedissem para descrever o teatro que assistimos sobre O Cavaleiro da Dinamarca numa só palavra, eu diria que foi magnífico.

Por M. Ramos, 7º
No dia 7 de janeiro de 2015, pelas 13h, a turma do 7.ºA, juntamente com outras turmas do mesmo ano, realizou uma visita de estudo ao teatro «O Sonho», em Lisboa, para assistir à peça O Cavaleiro da Dinamarca, adaptada, livremente, por Ruy Pessoa, a partir da obra de Sophia de Mello Breyner Andresen.
Na minha opinião, a peça estava bastante bem adaptada. Sete atores conseguiram desempenhar vários papéis e com grande qualidade.
Acho que foi uma peça cativante, na medida em que o encenador, além de seguir, fielmente, a história contada no livro, adicionou três personagens, os scapinos, que tornaram a peça divertida e, ao mesmo tempo, ensinaram o que é o ballet do scapino.
Eu considero que o guarda-roupa utilizado pelos artistas, os adereços e o cenário usado são adequados à época (há centenas de anos) em que se passa a história do cavaleiro e às lendas contadas por encaixe. Os efeitos especiais dão uma grande vivacidade à peça.
Eu fiquei fascinada a assistir ao teatro! Como os atores interagiam com o público e a forma como faziam a transição de um cenário para o outro foi muito criativa, envolvi-me de tal maneira na história que parecia que a estava viver. E, à medida que o vamos visualizando, ficamos cada vez mais curiosos e queremos sempre ver mais.
            A parte de que mais gostei foi a representação da lenda de Dante e Beatriz, pois foi muito emocionante.



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