E terminou janeiro... o trabalho continua e queremos deixar aqui o testemunho do assinalar do dia 27, em memória das vítimas do holocausto.
A 27 de janeiro de 1945, as tropas do general soviético Petrenko conquistaram a cidade polaca de Oswiecim. Depararam, então, com o campo de Auschwitz (nome alemão da cidade). Pela primeira vez, confirmava-se a veracidade dos relatos que tinham chegado ao Ocidente a respeito do extermínio sistemático dos judeus.
A libertação de Auschwitz

Os soldados depararam com um panorama
aterrador: montes de cadáveres, do meio dos
quais saíram sete mil sobreviventes famélicos
e enregelados. Poucas horas antes, os SS
tinham queimado vivos várias dezenas de
prisioneiros, ao incendiarem um dos
barracões.
Sobre um dos portões, uma inscrição proclamava cinicamente "Arbeit Macht Frei", ou seja,
"o trabalho liberta". Aqui, o médico Joseph Mengele, o "Anjo da Morte", realizou as mais
sinistras experiências, utilizando prisioneiros adultos e crianças como cobaias.
Auschwitz, ligado ao vizinho campo de Birkenau, era uma verdadeira fábrica de matar,
em funcionamento desde março de 1942. Ocupava 175 hectares, tinha 300 barracões e
quatro fornos crematórios associados às câmaras de gás.
Calcula-se que milhão e meio de judeus (um quarto do total exterminado pelos nazis durante
a guerra) tenha sido morto neste campo


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