Sessão com contador de histórias Rodolfo Castro
Na passada 2ªf, 3 de fevereiro, as turmas A, C e D do 7º ano assistiram a uma sessão muito divertida com o contador de histórias Rodolfo Castro.
Rodolfo Castro é argentino e vive atualmente em Portugal. É um contador de histórias, formador e escritor entre muitos outros ofícios.
“Achei a
apresentação muito criativa, principalmente porque não leu histórias,
contou-as, fez-nos imaginar e viver o que ele estava a contar.
A parte de que
mais gostei foi quando ele nos disse que trabalhou para ser o melhor naquilo
que fazia, porque acho que todos devíamos fazer o mesmo.
Um pormenor
que eu achei importante para cativar a atenção de toda a gente foi a veia
cómica que ele acrescentou, que tornou a sessão menos aborrecida do que seria.”
Maria
Gaspar
“Eu achei que
as histórias foram interessantes, para mim as histórias interessantes são
histórias vividas.
Obrigada pelas
suas histórias, Sr. Rodolfo Castro”
Inês
Mileu
“O Rodolfo
Castro não é o pior contador de histórias porque é o melhor.”
Ricardo
Falcão
“Eu gostei
muito, pois foi bastante diferente do que imaginava que seria! Pensava que o
senhor ia pegar num livro e começar a lê-lo… Ao invés disso, contou-nos várias
histórias como se estivéssemos todos à volta de uma fogueira, a conviver!”
“Uma das
coisas que o deixavam ainda mais engraçado era o seu sotaque argentino. Gostei
muito, não estava à espera que fosse tão bom e gostava de repetir.”
Anouk
Magalhães
“Eu gostei
bastante da sessão de contos, pois foi muito divertida e produtiva. Adorei o
facto do senhor Rodolfo falar castelhano! Acho que foi bastante engraçada a
forma de contar as histórias. Foi uma atividade de que todos gostámos!”
Nataniela
Freitas
“ Acho que a
interação com o público foi ótima, fazendo com que as pessoas tenham mais
interesse nas histórias que estão a ouvir”
Anónimo
“ Achei muito
giro o facto de a história ser contada por uma pessoa que não era portuguesa, pois
isso despertou a nossa atenção.” Anónimo
“ O Rodolfo
Castro é o melhor e o mais engraçado contador de histórias que alguma vez ouvi.
Tem uma forma especial de contar as histórias e uma técnica muito boa para
cativar o público. O facto de ser argentino, fez com que ele falasse com
sotaque, o que tinha uma certa graça.”
Anónimo
“
Eu gostei de ouvir as histórias porque não foram contadas como uma simples
história mas, sim, contadas com a alma.”
Matilde Dantas
“ Eu gostei
muito porque foi a primeira vez que ouvi um contador de histórias.”
Anónimo
“Gostei muito.
Acho que devíamos ter mais contadores de histórias a virem à escola.”
Anónimo
“ O contador
de histórias foi muito engraçado e divertido.”
Anónimo
“
Gostei muito deste contador de histórias porque ele era muito expressivo e
contava-as dramatizando algumas partes “.
Simão Casanova
“
Eu adorei a sessão. Foi muito divertida e eu não conseguia parar de rir. Foi
uma experiência incrível.”
Maria
Figueiredo
“ Gostei muito
das suas histórias, da sua forma de as contar e do seu sotaque.”
Francisco Baptista
Maria Branco
“(…)
foi uma boa experiência, ganhei mais motivação para ler e para procurar novas
histórias. Foi fantástico ouvir o senhor Rodolfo falar dos países que ele já
visitou e dos livros que ele já leu. Ao contrário do que ele diz, é o melhor
contador de histórias do mundo, é muito cativador. Adorei esta experiência e
espero que se volte a repetir.”
Inês Branco
“
A primeira palavra que me vem à cabeça sobre o contador de histórias é
espetacular. A forma como conta as histórias é muito engraçada, o sotaque
também ajudou muito, os gestos, os sons (…) espero que venha mais vezes com
novas histórias.”
Sol Cardoso
“(…) eu ligava
os contadores de histórias a pessoas que estavam sentadas com um livro na mão,
a ler. Mas este é outro tipo de contador de histórias. Um tipo de contador que junta
a comédia com a literatura.”
Leonor
Dias
“(…) foi um
momento descontraído, engraçado e animado. O contador contava as suas histórias
tão naturalmente e com muita expressividade, o que tornou o ambiente
maravilhoso. As histórias foram muito engraçadas e havia sempre alguma coisa
dita de uma forma única por ele, que nos fazia rir ou sorrir. O tempo passou
muito rápido e acho que esse foi o único problema.”
Francisca
Mesquita


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