DIAS DO LIVRO, LEITURA E LIBERDADE
Psicadélico apresenta-nos uma forma inovadora de fazer poesia, recheado de metáforas ricas e mensagens profundas assim como um constante pensamento filosófico e, como seria de esperar em Partidário, muita crítica social. Com uma linguagem acessível, este livro inaugura o Psicadelismo no autor, inspirado no rock dos anos 60 e 70, nos devaneios de Jim Morrison e na musicalidade dos Pink Floyd.
18 de abril
À conversa com Miguel Partidário (escritor e ator)
11:45-13:15
11ºF (prof. José A. Silva)
12ºF (prof. Conceição Dias)
Miguel Partidário é um jovem
ator e escritor com experiência em Teatro e Cinema. Estreou-se aos 13 anos no
Teatro Independente de Oeiras, onde trabalhou regularmente, tendo-se fixado,
mais tarde no Intervalo Grupo de Teatro. É conhecido do público português,
sobretudo, pelo papel do Metaleiro Sérgio na série "1986",
criada por Nuno Markl, assim como "Morangos Com Açúcar",
"Virados do Avesso", entre outros. Com dois livros escritos, de prosa
e texto poético, tem também trabalho desenvolvido no âmbito da poesia tendo
sido Diseur do Templo da Poesia no verão de 2017, aquando dos projetos Poéticas
e Poeiras.
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Psicadélico conta uma história, enquadrando simbioticamente prosa e
poesia, oscilando entre o estilo frenético e impulsivo e os tons mais pausados
e reflexivos. Cada página surge viva diante do leitor como uma performance. Através da sua narrativa, o
autor personifica algumas personagens, dá voz aos seus lamentos e até aos seus
pensamentos mais ridículos. A ironia constante surge como que um veneno à
denunciada estupidez possível do ser humano. O foco recai, muitas vezes, no vazio
que é viver cada dia como se de menos um se tratasse para a morte.
Psicadélico apresenta-nos uma forma inovadora de fazer poesia, recheado de metáforas ricas e mensagens profundas assim como um constante pensamento filosófico e, como seria de esperar em Partidário, muita crítica social. Com uma linguagem acessível, este livro inaugura o Psicadelismo no autor, inspirado no rock dos anos 60 e 70, nos devaneios de Jim Morrison e na musicalidade dos Pink Floyd.




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